Com desfalques no lado direito, já que Fágner, suspenso, Allan e Eder, machucados, não jogaram, o Vasco jogou sem a força ofensiva necessária por aquele lado. Somando-se a isso Thiago Feltri, que se mostrava inseguro do outro lado, e Felipe, que não era o mesmo de costume, o Gigante não teve uma boa atuação na partida.
Os gols do Nacional sairam em falhas da defesa do Vasco. Dedé, que normalmente joga muito, não estava tão bem ontem e abriu o placar para os visitantes com um gol contra. Do outro lado Rodolfo tentou sair jogando e perdeu a bola que resultou no segundo tento da equipe de Montevidéu.
Cristóvão tirou Max, que fazia uma partida não menos que razoável, e colocou Fellipe Bastos na lateral direita, o que piorou ainda mais o time por aquele setor. Por ironia, o gol do Vasco saiu por ali, mas Fellipe não estava na jogada. Juninho tabelou com Diego e deu um passe na medida para Alecsandro, livre na área, fazer o gol cruz-maltino.
A entrada de Tenório no lugar de Felipe melhorou o time. O equatoriano mostrou muita garra e bom jogo, que pode dá-lo a vaga de titular da equipe. Ele ainda fez um gol, bem anulado pelo árbitro. Apesar da pressão final o jogo terminou mesmo com vitória dos uruguaios.
Para os vascaínos, fica a experiência e a certeza de que não perderam para qualquer equipe. Perderam para um time que disputa a Libertadores a duas decadas em sequência e que já tem três titulos do torneio. Fica também a certeza que a equipe melhorará com a volta do lado direito, que estava ausente ontem, e do bom futebol que a equipe demostrou ano passado, que também não compareceu.
Por Carlos Ramos(@CarlosRamos93)
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